CASO COM CRIANÇAS EM S.MAMEDE DE INFESTA

Abordagem feita por A. Durval da  Pufoi

PROTAGONISTAS

 M. SANTOS - 11 anos
  6º ano de escolaridade
 D. ISABEL - 10 anos
  4º ano de escolaridade
C. SILVA - 9 anos
  4º ano de escolaridade


M. Santos, D. Isabel e C. Silva brincavam ao "faz de conta" no terraço da casa de   D. Isabel (um 1º andar) um prédio situado na Av. do Conde em S. Mamede de Infesta. Algo elas viram que as marcou suave mas profundamente. Eis o registo gráfico do seu relato.

     Esta singular experiência  destas moças passou a ser, durante mais de três meses, o seu "SEGREDO" que só foi partilhado pelos pais e dois amigos. Um dia apareceram na Biblioteca do Flor de Infesta solicitando livros sobre a temática Ovni e sobre astronomia.O bibliotecário achou estranho três crianças quererem fazer aquele tipo de pesquisa e tenttou indagar o porquê daquele interesse. A princípio hesitaram e foram um tanto confusas as suas explicações. Só depois do bibliotecário ter revelado que fazia parte de um grupo que se dedicava ao estudo dos Ovnis é que uma delas, depois de perguntar se poderiam confiar, se resolveu a contar com mais pormenor essa experiência.


     Noutra visita à biblioteca (passadas três semanas) a C. Silva contou que mais recentemente, tivera
um sonho que desde logo associou a esta experiência. Sonhou que estava vestida com um fato”vermelho” tipo fato espacial muito bonito e justo. Ali se destacava um cinturão com uma espécie de fivela grande de forma oval onde estava gravada a imagem de uma chama. Além disso, encontrou mais dois fatos idênticos um de cor azul contendo na fivela a gravura de uma grande gota de água e o outro de cor amarela contendo na fivela uma gravura de um relâmpago, ou seja o clássico raio símbolo da electricidade.

       Notas:
      
1 -  O Sottomayor chamou a atenção para o facto de um amigo lhe ter contado que havia na TV uma série infantil (A Princesa da Lua, ou algo parecido) cujos três personagens vestiam fatos espaciais com as três cores acima referidas tendo cintos onde apareciam as gravuras de uma chama, de uma gota e de um raio. Na impossibilidade de confirmar isso foi perguntado a uma das miúdas (M. Santos) se elas conheciam essa série infantil. Ela disse que ela e a Diana conheciam, mas garantiu-me que a C. Silva (que teve o sonho) não conhecia essa série.